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Entre tantos outros... Sincronicidade Ela tinha uma coleção de lingeries que ele não conseguia esquecer. Ele uma mão macia que ela gostava de ser. Ela perfumava a casa inteira com o seu cheiro. Ele a pegava de surpresa as vezes. Ela gostava quando era no sofá. Ele sorria aos seus gemidos. Ela por fora. Ele por dentro. Ela no abraço. Ele no amasso. Ela no café da manhã. Ele no jantar. Ela e as marcas nele. Ele e os sinais nela. Ela e o relógio. Ele e a certeza da porta trancada. Ela no elevador. Ele no corredor. Ela nos olhos. Ela na boca. Ele vai. Ela vem. Ele no banho. Ela molhada. Eles, AMOR
olhares.com Escrito por Danielle Cassiano às 16h18 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] O que me faz plural É a delicia de te ter toda dia, mesmo que este já seja noite.É o dia que amanhece clarinho depois de dormir ao seu lado.É sobre as flores que vejo no asfalto quando penso em você. É a beleza da sua voz que me embala ao pé do ouvido.Sábado, domingo, todo dia, o dia que for.É te reconhecer em cada coisa que toco.É te lembrar no passado e te (re)conquistar no agora. É presente.É ter meu corpo sensível apenas a ponta dos seus dedos.É desejo.É tocar o telefone e o coração a mesma música.É o ritmo, seus braços, abraços e colo. É ter o que me prende a você e te traz de volta pra mim.É liberdade.São passos que caminham para a mesma direção.É o nosso sabor.São cores.Doces estações. É quente. São presentes embrulhados e cones de chocolate.Somos apenas o começo.É você.Sou eu deixando de ser singular.
olhares.com Escrito por Danielle Cassiano às 20h34 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] A paisagem que ela carregava Ela não costumava dizer muito sobre si, apesar da necessidade que tinha às vezes. Não era infeliz, mas nunca teve sorte quando o assunto era "amor". Na verdade mantinha uma boa relação com o silêncio e poemas escritos num caderno velho jogado no chão. Tinha nos olhos a esperança de qualquer coisa melhor do que simplesmente: você-é-perfeita-demais-pra mim. Apesar de fechada e sozinha quase sempre, ultimamente os sorrisos que surgiam no meio do dia iluminavam a casa. Em tempo começou a acordar para novos dias, literalmente. Distraidamente Elisa começou a ver as vantagens de se viver com as janelas abertas. olhares.com Escrito por Danielle Cassiano às 17h12 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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