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Entre tantos outros... Como terra seca
O que está saltando num dentro inteiro, permanece preso. Assim mesmo sem nexo. Pois, do que menos se fala nesta parte é delicadeza.
O silêncio é duro, Completamente eficiente ao cumprir o seu papel. Como ator ao interpretar as lágrimas secas que lhe caem dos olhos. Inerte.
E das palavras não se ouvi nada, nem som. Ruído constante como vulcão prestes a entrar em erupção. E borbulha,ferve...
Nesse mar de tanta coisa dissolvente não sobra nada. Nem cenário, nem risadas. Raiva.
Perdido, como algo que já foi achado, ele perambula. Andarilho.
É sobre o tempo que ninguém tem e mágoas jogadas no ventilador. Sobre um coração desconhecido num corpo julgado. São cores, roupas e sapatos descartados. Importantes demais, valorizados demais. Enquanto isso...
Direção contrária, foco embaçado. Não só por isso, Mas, da distância que gosto mais.
E não há quem grite e não seja escutado, No entanto, meu grito foi abafado. Pela beleza dos olhos dos outros, Que não a minha.
Prioridades e conceitos que não os meus. Procurando os olhos, em que olhos eu olhava?
Na tempestade um tronco de arvore é como aliada.
Que não entenda, não há nada. Não há necessidade de compreensão. Não mais,
Nem mais de dizer...
[...]O essencial é invisivel aos olhos, E os seus pra mim sempre estão fechados...
Mais dessa vez,sou eu quem saio do quarto, apago a luz e
fecho a porta... Escrito por Danielle Cassiano às 19h45 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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